sábado, 16 de julho de 2016

É tempo de ser feliz

é tempo de Ser feliz

"Durante a nossa vida, aprendemos a valorizar coisas que não são fundamentais:  materialismo, modismo, poder, status e coisas desse tipo são o que importam na nossa sociedade. Por isso queremos convocá-lo pra uma revolução...

Vamos renovar a espécie humana, vamos investir na alma, resgatar não só a natureza, mais o natural, vamos vender mais paz, não filtrar as emoções, coalescer a inveja, contabilizar as boas relações, reciclar as relações ruins, reatar as velhas amizades.  equipe o prazer, trabalhe a perseverança, vença o cansaço, faça a diferença.  sem precisar de propaganda, resolva tudo sem alarde, use o marketing da sinceridade, cobre o profissionalismo de todos, inclusive daqueles que você elegeu.

Vamos maximizar a energia, preservar os recursos, tratar a água, pois ela é a nossa fonte de vida, e como o ar também é meio de vida. vamos ser transparentes...

Renove o estoque de sorrisos, canalize os bons pensamentos, use o marketing do amor, abrace mais, beije seus amores, relembre o quanto os ama... e com a mesma força, diga não ao racismo, à intolerância, à discriminação! Seja saudável, inclusive nas atitudes, dê bons exemplos, diga a verdade principalmente às crianças, pra que elas cresçam sabendo acreditar, crie seus filhos como cidadãos do mundo.

Cultive Deus, e viva na razão da emoção, lutando pela felicidade plena, por um futuro melhor, e agradeça sempre por estar nesse mundo."

CONEXÃO BANDEIRANTES:

um caminho para o conhecimento, saúde e bem-estar.
EDUCAR-SE: essência do bem-viver!
JM 2016

Educadores

(...) Os Educadores-sonhadores jamais desistem de suas sementes, mesmo que não germinem no tempo certo... Mesmo que pareçam frágeis  frente às intempéries... Mesmo que não sejam viçosas e que não exalem o perfume    que se espera delas. O espírito de um mestre    nunca se deixa abater pelas dificuldades. Ao contrário, esses educadores entendem experiências difíceis como desafios a serem vencidos. (...)

                                     Gabriel Chalita

Reminiscências

COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO USINA BANDEIRANTES - EFMP
( (43) 3542-4643 * BR 369 Km 53, Bairro Usina Bandeirante
CEP 86360-000 - bntusina@seed.pr.gov.br – www.bntusina.seed.pr.gov.br
BANDEIRANTES – PARANÁ
Cornélio Procópio


NOME: MONIQUE VITÓRIA LEMES RIBEIRO, 7º. Ano
OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA, 2012 – Memórias Literárias – redação classificada na etapa municipal

Reminiscências

Eu sou Pedrina Aparecida dos Santos. Filha de José Joaquim e Ana Teresa Joaquim. Nasci na pequenina e linda (para mim) Itambaracá -PR, em 29 de junho de 1956. Meus pais, responsáveis e trabalhadores, não deixavam faltar o pão nosso de cada dia na mesa do nosso lar, para mim e meus irmãos.
Era costume na família não faltar à Santa Missa aos domingos. Na aconchegante igrejinha, unidos, agradecíamos as bênçãos recebidas e pedíamos proteção para a semana que estava iniciando.
Lembro-me do vizinho que gostava de contar histórias. Umas faziam a gente rir, outras causavam medo e até aterrorizavam aos ouvintes. Eram momentos de convívio fraterno, de puro prazer ...
E a escola? Ali aprendi a ler e a escrever. E um dos frutos desse aprendizado é, hoje, estar aqui com vocês, partilhando esse momento, falando das minhas alegrias, tristezas, incertezas e da gratidão pelo dom da vida. Para mim, estudo é sabedoria. É um bem que a ferrugem não corrói, a traça não rói e o ladrão não rouba. No mundo moderno, quem não tem estudo vive marginalizado. Para quem não tem estudo, as chances de ter um bom trabalho, um bom salário são bem menores.
Antigamente as amizades eram baseadas no caráter, na retidão do comportamento da pessoa. Hoje, as pessoas buscam meramente o prazer. O prazer do beber, o prazer do comer, o prazer do divertir ... A palavra respeito está em desuso. A amizade é um bem necessário. Só que nem todas são verdadeiras. O namoro era quase que um ato de coragem. Agora, não há compromisso. Dura enquanto há prazer. E a família vai-se desmantelando. Perdeu-se o sabor da privacidade. Está tudo escancarado. As revistas, os jornais, o Rádio, a TV estão diariamente expondo as traições, as decepções.
Na juventude, trabalhei muito na lavoura.
Meus filhos são presentes de Deus. Eles me respeitam e ouvem meus conselhos. Agradeço a Deus pela família e pelo trabalho que tenho. Com o meu salário ajudo nas despesas do lar. Sem o meu salário, algumas coisas não poderíamos comprar.
Hoje o conforto é bem maior. Água encanada, energia elétrica, eletrodomésticos ...
Mas falta tempo, falta paz, falta respeito.

E cabe a cada um de nós reverter essa situação. Cada família deve ser um farol que indica e ilumina o caminho para um futuro próspero e feliz. 

Trajetória

COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO USINA BANDEIRANTES - EFMP
( (43) 3542-4643 * BR 369 Km 53, Bairro Usina Bandeirante
CEP 86360-000 - bntusina@seed.pr.gov.br – www.bntusina.seed.pr.gov.br
BANDEIRANTES – PARANÁ
Cornélio Procópio





NOME: Amanda Carolina Correia dos Santos  –  8º. Ano
Olimpíada de Língua Portuguesa 2012 – Memórias Literárias





Trajetória


O meu nome é Angelita Nunes Pereira. Sou filha de Joaquim Nunes Marinho e Alexandrina de Jesus Marinho. Nasci na longínqua Triunfo, lá em Pernambuco. Sou do signo de virgem: nasci no dia 15 de setembro de 1951. Tenho 61 anos bem vividos e bem trabalhados.
Lembro-me da minha infância. Família unida. O Rádio era como a TV é hoje. Nas horas de descanso servia como meio de informação, de divertimento.
A escola? Em apenas uma sala funcionavam quatro turmas: 1º., 2º., 3º. e 4º. Anos. O ensino era transmitido através da mesma professora e do mesmo quadro! Tenho saudades de duas professoras que ainda vivem em Bandeirantes: Idalina Cosmo Nunes e Maria Aparecida Pinheiro da Cunha.
Namoro? Só tive um namorado. Éramos vizinhos. Só pegávamos nas mãos às escondidas. Os recados eram enviados e recebidos através de bilhetes pois não havia e-mails nem torpedos. As amizades eram sinceras, firmes como rochas. Conservo ainda amiga daqueles tempos: é minha vizinha e comadre!
Estudo? Conclui o 4º. ano e parei de estudar. Fui trabalhar para ajudar nas despesas de casa. Fui cortar cana.
Pensando no futuro, meus pais me matricularam na escola de corte e costura.
Vida adulta? Aos dezenove anos casei com o primeiro e único namorado. Deixei de cortar cana e tornei-me costureira.
Tenho um lindo casal de filhos. Já são casados. E posso dizer que muito bem casados, graças a Deus. Eles me presentearam com três netos abençoados: duas meninas e um menino. Felizes, moram em Curitiba, uma das mais belas cidades do Paraná.
Há 20 anos trabalho no Colégio Estadual do Campo Usina Bandeirantes – Ensino Fundamental, Médio e Profissional. Graças ao Governo do Estado do Paraná, concluí os cursos Ensino  Fundamental II (em 1999) e Ensino Médio (2001). Atualmente estou cursando o Profuncionário.
Concluindo, antigamente as pessoas tinham mais respeito, o estudo era levado a sério. O futuro exige que cada um aprenda e coloque em prática o que aprendeu para que todos possam viver em um mundo melhor.


A, Á, À, Há ou Ah?

Quando usar a, á, à, há

a:
é usado antes de substantivos (coisas, pessoas, lugares ou emoções) para definir algo. Ex.: “A bicicleta é bonita.”; “A Catarina não foi simpática.”; “Eu vi a cobra.”
á:
é usado para acentuar a sílaba tónica de uma palavra (nunca é usado isoladamente). Ex.: água; árvore; mágica; vácuo; página.
à:
implica uma direção, sentido ou ação (é sempre usado isoladamente exceto quando da fusão com artigos ou pronomes como em: às, àquelas, àqueles).
Ex.: “A Maria foi à igreja.”; “Ele passou à sua porta.”; “Eu dei doces à minha mãe.”
:
implica que existe ou que se tem algo.
Ex.: “ muito tempo que não via a Joana.” (“Tem muito tempo que não via a Joana.”); “ coisas que não se explicam.” (“Tem/existem coisas que não se explicam”). “O correio  de chegar em breve.” (“O correio tem de chegar em breve.”) Não confundir com: ha, hà (não existem) e ah (é usado como interjeição no sentido de admiração. Ex.: “Ah! Aquela é que é a sua casa? Pensei que fosse a do lado.”)